Brincando de viver

quinta-feira, 15 de julho de 2010

01 - Preciso lhe contar um segredo, leia o nº 5
02 - Você está com pressa? Leia o nº 8
03 - Você está muito curioso(a),né? Eu sei. Leia o nº 9
04 – Olha, é o seguinte... é melhor ler o nº 15
05 – Mas não tenho coragem… Por isso, leia o nº 17
06 - Gostaria de te falar, mas ainda não. É melhor ler o nº 16
07 – Pode deixar que eu conto, mas... leia o nº 2
08 - É simples, mas eu sou tímido. Portanto leia o nº 4
09 – Paciência, já estamos quase lá. Leia o nº 18
10 - Ainda não, tô criando coragem... leia a nº 19
11 - Você está ficando cansando(a)? Relaxe... Leia a nº 13
12 - Como eu ia dizendo... leia o nº 3
13 – Estou quase à vontade pra dizer… Leia o nº 20
14 – Oi… é o seguinte… eu te amo!
15 - Você está ficando nervoso(a)? Calma, leia o nº 6
16 - Você ainda não entendeu, não é mesmo ? Leia o nº 12
17 - Ah! Ainda estou com vergonha. Por favor, leia o nº 7
18 - Eu não sei se você vai entender… Mas leia o nº 10
19 – Agora leia a nº 11 sem ficar nervoso(a) comigo.
20 - Agora eu conto! Leia o nº 14, mas bem baixinho.


Nem lembro de onde...

Responsabilidade é poder, não obrigação

A gente faz muita confusão com a palavra responsabilidade. O povo vem com essa cara de sofredor, de carregador de cruz, dizer que isso é responsabilidade, que sofrimento é responsabilidade. 
- Olhe, minha filha, não estou acreditando nesse negócio de responsabilidade de vocês, não. Não venha com essa conversa para cima de mim de que você é uma pessoa responsável, sacrificiosa e lutadora. 
Vocês estão usando a palavra de forma errada. Isso é para esconder, na verdade, esse negócio de ser mandão, autoritário, ruim, de ser patrão com você, com todo mundo. Você é cheio de sacrifício, cheio de preconceito na cabeça, porque você é guerreiro, lutador, competidor, briguento e encrenqueiro. 
- Ah, sou uma pessoa responsável, Calunga. 
- Uai, minha filha, se você chama isso de responsabilidade, eu prefiro que você seja irresponsável. Pelo amor de Deus, me seja irresponsável! Você vai ver como conserta a sua vida. 
Vocês fazem da vida um sofrimento na cabeça, gente. E dizem que isso é certo? Estão sofrendo e a dor não basta para dizer que está tudo errado? 
- Ah, Calunga, mas você acha que agora vou ser uma irresponsável, uma vagabunda? 
- Pois seja! Se esse é o nome que você dá para ser uma pessoa solta, livre, que aceita a vida como ela é, então seja vagabunda e irresponsável, porque aí vai ser a sua cura. 
Vocês fazem uma confusão de nomes. Não, minha filha, isso é obrigação, é autoritarismo. Responsabilidade não é isso não, minha gente. 
Responsabilidade é a consciência
Do próprio ato e das
Consequências de cada ato.
Responsabilidade é poder
E não obrigação.
É o poder que a gente tem de criar a vida da gente de uma forma ou de outra. Vocês falam tudo errado. Depois, ficam com essas conversas de medo de largar tudo na mão de Deus. Todos covardes, mas o preço da covardia é a dor e a solidão, a doença que o deixa preso na impotência para você ver que não é nada. 
- Ah, minha filha, a vida ensina! Eu fico quietinho, só olhando o pessoal sofrer quieto, aprendendo. Digo para mim: "Olhe, Calunga, aprenda bem, pois a vida ensina através de cada um que você encontra na frente. Olhe o caso de cada um, observe, pois se você tiver olhos e inteligência para ver, não vai precisar sofrer para aprender".

Calunga, "Tudo pelo Melhor".

Você é escravo da vaidade? (2)

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Não acho que a vida seja ter, não. Ter é uma coisa boa, mas quando isso começa a se tornar uma doença, a gente fica pensando:
 - Como está esse povo? Será que isso tudo não é vaidade, alguma loucura? Ou será mesmo que você está sendo racional, inteligente nas suas aquisições, naquilo que você está pondo dentro de casa, no tipo de vida que está levando? Será que essas coisas não estão encobrindo os problemas verdadeiros ou são colocadas de lado, sem perturbar a sua felicidade? Será que você está sabendo viver bem com os bens materiais ou será que isso tudo não passa de uma grande perturbação na sua vida?
 Ter as coisas é para ser um bem, e não para gerar o mal em nós. É, precisa saber viver e não fazer disso uma arma. Não vamos condenar, não. É muito bom viver no conforto e ter as facilidades que a vida moderna pode comprar. Mas, minha filha, se isso está atormentando sua vida, se seu marido trabalha feito um louco e não pára mais em casa, se você trabalha feito uma louca e também não pára mais, então estão todos vivendo uma vida de faz para ter, faz para ter, faz para ter. Ninguém goza, ninguém se nutre, ninguém vive. Parece uma máquina. Então, minha filha, está errado. É tudo vaidade.
 O carro novo é vaidade, a cortina nova é vaidade. Os brinquedos novos do filho - é uma vergonha aqueles quartos cheios de brinquedo - tudo vaidade. As crianças nem ligam para aquilo tudo. Você dá e elas brincam um pouquinho e logo largam lá na prateleira. Um dia, você se enche e arranca tudo aquilo para dar para os pobres. Mas tem pena de dar, porque é tão bonito e tão caro, não é verdade? Tudo isso é apego. Tudo isso aí não serviu para nada, não fez seu filho mais feliz nem mais humano. Nem fez a alma dele mais completa. Entendeu?
 Pense bem, minha gente, no que vocês fazem em casa. Vê lá, porque está na hora de a gente ponderar, de não deixar que essas coisas se imponham sobre as verdades humanas. Vê lá, minha filha, se você não corre para cima e para baixo para ter um dinheirinho a mais, para dizer: "Sou independente. Não dependo do meu marido". Tudo vaidade. Tudo orgulho. Na verdade, você está na ruína. Esse emprego é uma perdição na sua vida, porque você se esqueceu de ser mulher. Esqueceu de ser você mesma, esqueceu da sua alma, do seu carinho, só para provar que você é uma mulher emancipada.
 Há as que ficam em casa, no tormento: "Ai, tenho que ficar cuidando dessas crianças. Não posso cuidar da minha carreira". Que vergonha! Ficam na vaidade, sem aproveitar as oportunidades que a vida Ihes deu de viver a maternidade, de forma total. Os maridos estão ajudando e estão ali para contribuir com a parte deles. Então, elas ficam jogando fora e amaldiçoando a oportunidade que Deus Ihes deu.
 Não sou contra a mulher trabalhar fora, não, minha filha. Nem sou contra a mulher fazer uma série de coisas, porque acho que ela pode fazer de tudo. A mulher ainda é mais flexível que o homem. Ele ainda está muito condicionado a uma forma antiga, enquanto a mulher é mais moderna. Eu admiro muito a capacidade da mulher. Aprecio também o poder do homem, embora ele esteja um pouquinho bitolado. As mulheres estão mais espertas, estão mais à frente espiritualmente, enquanto os homens estão muito devagar. Ficam naquela vidinha que é uma porcaria, sempre igual. As mulheres já variam mais topam tudo. E agora as mulheres modernas topam mesmo. Eu acho que está bom.


continua...

Calunga, "Tudo pelo Melhor".

Sinta "eu sou"

Estou existindo. Vá fundo nesse sentimento. Apenas sentado, vá fundo nesse sentimento - Estou existindo, Eu sou. Sinta-o, não pense nisso, porque você pode dizer isso na mente – EU SOU – e isso é fútil. Sua cabeça é seu desfazer. Não continue repetindo na cabeça Eu sou, Estou existindo. Isso é fútil, é inútil. Você perde o ponto.

Sinta isso profundamente em seus ossos. Sinta-o por todo seu corpo. Sinta-o como uma unidade total, não na cabeça. Apenas sinta-o - Eu sou.

Não utilize as palavras “Eu sou“. Não faça disso um mantra, e não diga, "Estou existindo". Não há necessidade. Todo mundo sabe, e você já sabe que está existindo; não há nenhuma necessidade disso, isso é fútil.

Sinta-o - Estou existindo. Sentir é uma coisa diferente, totalmente diferente.Tente isso. E você pode fazê-lo em qualquer lugar. Apenas andando de ônibus, ou viajando de trem, ou somente sentado ou deitado em sua cama, tente sentir a existência como ela é, não pense sobre ela.

Quando você começa a sentir a existência, o mundo inteiro se torna vivo para você de uma maneira totalmente nova, que você não conhecia. Assim você passa pela mesma rua e a rua não é mais a mesma, porque agora você está fundamentado na existência. Você encontra os mesmos amigos, mas eles não são os mesmos, porque agora você é diferente.

Quando você fica enraizado, você é um com o todo, e a existência existe para você. Você não é um mendigo, de repente você se torna um imperador.

E enquanto sentindo isso, não crie um limite para isso. Sinta-o ilimitadamente. Não crie obstáculos a isso; não há nenhum. Isso não tem fim. O mundo não começa em lugar nenhum; o mundo não acaba em lugar nenhum. Existência não tem princípio e nem fim. Você também não tem nenhum princípio, você também não tem nenhum fim.

Osho, em "The Book of Secrets".

terça-feira, 13 de julho de 2010

Olhe que absurdo as pessoas me perguntam: como amar, como dançar, como meditar? Como viver? Perguntas absurdas... mas elas mostram a pobreza, a pobreza interior do ser humano. 
Ele tem adiado tudo e, pouco a pouco, se esquecido.
Toda criança sabe amar, e toda criança sabe dançar, e toda criança sabe viver. Toda criança vem ao mundo completa, com tudo preparado. Ela só precisa começar a viver.
Você já reparou? Se você está chorando e uma criança pequena vê, ela se aproxima de você. Não sabe dizer muita coisa, não sabe convencer você a parar de chorar, mas ela põe a mão sobre a sua. Já sentiu o toque? Nunca ninguém mais o tocará do mesmo jeito, como uma criança — ela sabe tocar.
Posteriormente, as pessoas ficam frias, duras. Elas tocam, mas nada flui das mãos delas. Quando a criança toca você — a ternura da mão dela, a suavidade, a mensagem... ela derrama ali todo o seu ser.
Todas as pessoas nasceram com tudo o que é preciso para viver. E quanto mais você vive mais é capaz de viver. Essa é a recompensa. Quanto menos vive, menos capaz você é. Esse é o castigo.
Osho, em "Saúde Emocional: Transforme o Medo, a Raiva e
 o Ciúme em Energia Criativa".

Você é escravo da vaidade? (1)

Hoje em dia, a cada dia mais, a propaganda, o mercado de consumo excitam a vaidade do povo. É o carro novo, é a televisão nova, é o disco novo. Tudo é novo. Toda hora o povo quer coisa nova, quer coisa, quer coisa. Aí, o que vocês fazem? Ficam no "eu preciso ter, eu preciso ter ... " Isso é vaidade, porque compram e largam lá no canto, como tenho visto nas casas de vocês, cheias de cacarecos. Tudo quanto é porcaria de cacareco vocês compram e largam lá. Só para ter, para ter, para ter ...
Fico pensando: meu Deus, isso é vaidade. Só pode ser loucura da cabeça da pessoa. Ela abre o armário e vê tanto cacareco lá dentro que não presta para nada, porque não faz parte da vida da pessoa. Mas tudo ela quer ter. Abre os armários da cozinha e estão cheios de aparelhos. Até esquece de usar. Tem coisa lá que precisa jogar fora de tão velha. Comprou só para fazer panca: olha que beleza! Que coisa linda! E não usou mais, porque não tem paciência de lavar depois de usar. Em vez de picar a batata no picador, ela prefere picar rapidinho na faca, porque assim não tem que lavar o picador.
Vocês pensam que a gente não fica observando?
Fica, porque a gente quer aprender sobre o ser humano. E como posso ajudar, se não observar? Observo, sim, porque sou invisível. Fico no canto da cozinha, só olhando o que você faz, o que pensa. Não faço isso para gozar de você nem para invadir a sua privacidade, não senhora. Faço com muito respeito. Estou estudando e prefiro usar isso no bom sentido. A gente fica vendo de onde vêm o tédio humano, a insatisfação com as casas cheias de coisas. Com sala bonita, com tapete no chão. Tapete, na minha época, era coisa de milionário. Imagine se existia estofado. Existia nada! Era cadeira dura, banco. E olhe lá! Não tinha nada disso, não, nem luz elétrica nem aparelho algum.
O povo era mais calmo. Agora, infeliz todo mundo é, seja na pobreza ou na riqueza. Mas hoje o tipo de infelicidade é diferente. Quer dizer, o mundo conquistou o conforto, mas o conforto não ajudou tanto assim. Parece que vocês passaram a ser escravos disso. Ora, o conforto não veio para deixar a vida macia? Veio. Mas o que fizemos com o conforto? Viramos escravos, pois a vida ficou mais complicada de se levar.
Nunca vi coisa mais complicada do que a cozinha. Na minha época, qualquer coisinha já fazia a refeição. Catava o frango no quintal, enforcava rapidinho para ficar fresco, já depenava e botava na panela de ferro. Deixava horas naquele fogo de lenha para ficar bom. Depois arrancava batata ou mandioca do quintal e estava tudo bom. Hoje é tão complicado, porque tem que comer disso, comer daquilo ... Comida que eu nunca vi na minha vida. Fico curioso para saber qual é o gosto. O povo come naqueles copinhos de plástico umas comidas esquisitas. Depois, abre uns pacotes com tudo quanto é coisa dentro. Come, come, come ... Eu fico olhando. Gente, que coisa esquisita!
Como vai ser o mundo daqui a cem anos, hein? O que será que o povo vai comer? Será que vai ser mais feliz com isso tudo? Mudou, mudou, tudo bem. O povo aí diz que é mais prático. Mas será que está mais feliz? Ah, está, não! Sobrou mais tempo? Sobrou. Não trabalha mais o dia inteiro de sol a sol? Não, porque fica assistindo à televisão até de madrugada. Vocês hoje dormem menos. A gente dormia mais, porque oito, nove horas já tinha que estar na cama. Não tinha mais nada para fazer. Mas acordava mais cedo, com o sol, às cinco horas da manhã.
De qualquer maneira, será que o povo está mais feliz? Fico pensando que a felicidade, às vezes, está arruinada. É mais difícil para vocês do que era para nós. Hoje vocês têm que ter dinheiro para tudo isso, têm que comprar tudo isso, têm que consumir tudo isso, têm que ir para cima e para baixo com o carro. Agora tem carro, então vou buscar não sei o que lá onde, não sei o que mais lá adiante, vou passar aqui, vou passar lá, corro para cima, corro para baixo, de cá para lá. Ah, nem visita faz mais. O carro não serve para visita. Serve para outras coisas. O povo não mais se confraterniza. Chega em casa moído. Pensa o quê? O de sempre: correr atrás de coisa material o dia inteiro e só.
Minha gente, será que isso tudo está valendo a pena? Vamos questionar, minha filha? Porque eu queria muito que a felicidade invadisse o seu lar, queria muito que seus filhos fossem felizes. Mas eles também estão se criando nessa ilusão! É só dinheiro para comprar, dinheiro para comprar. Não pode viver sem dinheiro para comprar. Se faltar um pouquinho, pronto, já é um escândalo.


continua...

Calunga, "Tudo pelo Melhor".

Família UNIVERSAL

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Vocês nunca estiveram sós. Em toda a história da humanidade, vocês foram acompanhados por Amigos e Irmãos das Dimensões Superiores.
Sempre estivemos aqui para auxiliá-los em seu caminho evolutivo. Percebam que tudo evolui e tudo caminha rumo à união com a Fonte Criadora da existência; percebam que vocês são partes de um processo muito maior que envolve todo um Universo, e somos unidos em Amor e Luz, para que juntos possamos aprender e crescer em todos os níveis.
Eu lhes falo agora em nome de todos esses Irmãos de Luz!
Tudo no Universo se movimenta constantemente, nada está parado, nada está estagnado.
Vocês são almas que escolheram fazer uma experiência na matéria e, ao longo dessa experiência, optaram por caminhos que os levaram a sentir-se sós, desconectados e isolados da Fonte. Esqueceram-se de quem realmente são, esqueceram-se de que estamos unidos, e suas consciências tornaram-se tão fragmentadas que vocês acabaram por sentirem-se isolados do Universo. E vocês realmente se isolaram.
Estivemos acompanhando-os em todos os seus momentos mais importantes e agora podemos ser vistos e sentidos por muitos. Agora temos mais condições de nos comunicar com vocês, pois a Terra está experimentando uma série de aberturas nunca antes vivida. Vocês estão tendo a oportunidade de sentirem-se novamente fazendo parte de uma Irmandade Intergaláctica da qual se distanciaram e da qual se sentiram desconectados. Porém sempre estivemos aqui.
Vocês esqueceram-se de quem realmente são e do que vieram fazer na Dimensão da Matéria. Desconectaram-se de seu papel Divino no Universo. O momento agora é lembrar. O momento agora é conhecer a si mesmos e conhecer o Universo do qual fazem parte. O momento agora é se sentirem ligados à Fonte Criadora. Agora vocês devem lembrar-se de quem realmente são.
E eu lhes afirmo: vocês são Deuses-Criadores e fazem parte de um Todo que vibra e emana constantemente o mais puro Amor. 
Sugerimos que olhem para dentro de si e se percebam como Seres de Luz, além do corpo físico. São feitos de Luz antes mesmo de se tornarem corpo físico. Requisitem a reativação da sua Memória Estelar e Divina. Requisitem seu Poder Criador e expandam sua consciência até o ponto em que possam se sentir fazendo parte da Irmandade de Luz que cresce a cada dia com a entrada dos seres humanos que estão se tornando conscientes pouco a pouco nesse processo.
Restabeleçam suas posições de filhos de Deus, conectados à Fonte, feitos à imagem e semelhança de Deus, em todos os Seus atributos.
Partilhamos com vocês essa Dádiva e queremos que apenas se lembrem. Desejem lembrar-se. Esse é nosso objetivo.
Damos-lhes as boas-vindas em "todos os níveis" do seu Ser!
Em Luz, Rathal Zeh – Povo Azul – Constelação de Órion.

Viver é uma aventura

domingo, 11 de julho de 2010

E cada pessoa é um mistério tão infinito, inesgotável, insondável, que não é possível que alguma vez você possa dizer: eu a conheci, ou o conheci.
No máximo você poderá dizer: fiz o possível, mas o mistério permanece um mistério.
Na realidade quanto mais você conhece, mais misterioso o outro se torna. Então o amor é uma constante aventura.
Osho, em “The book of wisdom”.

O mendigo

Perguntaram a Osho: Por que sou tão mendigo por atenção? O que posso fazer a respeito?
Esta é uma das fraquezas do ser humano, uma das debilidades profundamente enraizadas — pedir atenção. A razão de alguém pedir atenção é porque ele não conhece a si mesmo. É apenas através dos olhos de outra pessoa que ele pode enxergar seu próprio rosto; ele encontra a sua personalidade na opinião dos outros — o que dizem importa imensamente. Se eles o negligenciam, o ignoram, ele se sente perdido. Se você passa por alguém e não é notado, você começará a perder aquilo que colocou junto — a sua personalidade. É algo que você colocou junto. Você não a descobriu, ela não é natural — ela é extremamente artificial e arbitrária.
Não é só você que é mendigo por atenção; quase todos são. E toda situação não pode ser mudada até você encontrar seu autêntico eu — o qual não depende da opinião, da atenção, da apreciação e indiferença de ninguém; o qual não tem nada a ver com o outro. Porque muito poucas pessoas têm sido capazes de descobrir suas realidades, o mundo inteiro está cheio de mendigos. No fundo, todos vocês estão tentando obter atenção; é o alimento da sua personalidade. Mesmo se as pessoas lhe condenarem, lhe criticarem, mesmo se elas estiverem contra você, isto é aceitável; pelo menos estão prestando atenção em você. Se elas são amigáveis, respeitáveis, é claro que é bem melhor, mas você não pode sobreviver como uma personalidade sem algum tipo de atenção. Pode ser positivo, negativo, não importa. As pessoas devem dizer alguma coisa de você; respeitosamente ou não, ela atende o mesmo propósito.
Osho, em "O Livro do Homem".

O "real" valor...

sábado, 10 de julho de 2010

"Concentração e desejo nos levam à construção de imagens feitas de "matéria mental". Um pensamento é exatamente isso: a condensação de matéria mental".
AGORA, preste ATENÇÃO.  O que são verdadeiramente "bens"? São aqueles objetos comuns que as pessoas consideram reais? Ou são os "elementais" que construímos dentro de nós?
Suponhamos que eu pegue um objeto muito valioso e o tranque em um cofre. O "elemental" deste objeto está dentro de nós, é parte de nós. Existe em nossa memória e podemos traze-lo à consciência quando desejarmos. É nosso. Se você sofrer amnésia e toda sua memória se desfazer e sumir, que "valor" o objeto fora da sua mente terá? NENHUM. Portanto, ONDE ESTÁ A VERDADEIRA FONTE DE VALOR das coisas?
O que é a Vida, na realidade, além de se receber impressões e interpretá-las? PENSE no mundo que o cerca. Você pode percebê-lo sem esses "elementais"?
NADA, ABSOLUTAMENTE NADA, TEM VALOR ALGUM NO MUNDO DAS 3 DIMENSÕES SE NÃO TIVER, também, UM VALOR DENTRO DE NÓS! 

O que tem valor dentro de nós confere valor ao que está fora de nós.
TUDO "É", DENTRO DE NÓS!
Nota: Os "elementais" são  CARGAS DE ENERGIA psico-mentais que podem assumir qualquer forma, dependendo de quem os cria.
Anotações de um livro que não lembro...

Usar os "TALENTOS"

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Quando a insegurança de uma pessoa é muito forte e ela não deveria mais ser assim, pois já tem condições de ser melhor, de usar o que já sabe, a natureza não o protege mais e aquilo vai se tornando realidade e chega a criar instabilidade e problemas. Você foi crescendo e aquilo que era responsabilidade da natureza foi passando a ser sua. Ela não o defende mais, pois nestas coisas você já é adulto e deve se defender por conta própria. Deus não mima ninguém.
Ai de você se não usar o que já sabe, pois vai ficar exposto às consequências. Se é sua a responsabilidade de responder pelo que já sabe, então não tem o direito de culpar ninguém, muito menos Deus!
Você já sabe e a vida o ajudou a aprender e lhe deu a capacidade de se escutar e se cuidar, mas você não quer se escutar, não quer assumir o que é e se abandona no desculpismo, então vai levar uma boa bofetada. Você é diferente e seu caminho é diferente. O que você sabe é diferente do que o outro sabe. O que é o melhor para você é diferente do que é para o outro. Mas você gosta de se comparar e achar que também tem o direito e fica a escutar o que os outros falam. Daí, fica aí com medo do mundo. Então, você pode ficar surdo, pois a vida diz:
- Vou tirar a audição, porque essa pessoa não está mesmo se escutando e se dando valor.
Mas você pode começar a ser responsável por si assumindo que você é diferente dos outros e fazendo tudo do seu jeito.
- "Só vou me escutar, só vou escutar a minha natureza interior. Vou fazer as coisas do meu jeito. Vou ser como eu sou, vou fazer como eu quero. E não vou ficar escutando esse povo que só tem besteira para dizer. Vou escutar minha voz interior, minha voz espiritual, minhas experiências".
Aí então, minha filha, seus ouvidos vão melhorar. Está vendo como funciona? É porque você usou os talentos que tem, mas se não usar já encrenca com a natureza, já encrenca com a saúde.
Por isso, vocês fiquem atentos. Tudo o que vocês recebem, têm que dar algo em troca. Desconfiem daquilo que parece de graça, porque não é, não.
 Não podemos deixar de fazer o nosso melhor. Às vezes, a gente está bem, está sossegado, naquela vida boa, e os outros começam:
 - Você precisa fazer isso, precisa fazer aquilo. As pessoas gostam de arranjar coisas para a gente fazer e criar necessidades que não temos. E ainda acham que estão fazendo um bem. "Você precisa ler este livro", diz o amigo.
Você, então, lê o livro, que diz assim: "O ser humano é um bicho atrasado. O ser humano está precisando de mais amor, de mais benevolência, tudo está errado e tudo precisa ser mudado". Você acredita no que lê e fica se olhando e vendo uma porção de defeitos em você. Aí fica louco para ver se consegue mudar você. Pensa que está trabalhando para melhorar. Sem se dar conta, cria um conflito com o seu jeito natural de ser e ele se torna uma doença, porque saiu do seu melhor.
Que coisa, não, minha gente? Nem sempre querer melhorar melhora. Às vezes, piora. Vê lá como é esse negócio de querer melhorar e acabar no pior. Vê lá se, com isso, você não vai fazer da sua vida um inferno. Nunca se compare com nada e com ninguém. As pessoas gostam de idealizar, de imaginar, e acreditam que isto que imaginaram é o perfeito sem o menor respeito pela natureza. Daí, elas tomam tudo o que é diferente do seu modelo imaginário como algo imperfeito e repugnante, criando assim uma batalha com a natureza. A natureza reage e as doenças aparecem.
A natureza já é perfeita; é o homem que distorce tudo, pois não analisa as coisas com cuidado.
Se a pessoa falar mal de algo, é porque o mal está na cabeça dela. Por isso não lhe dê ouvidos ou vai se arrepender.

Calunga, "Tudo pelo Melhor".

Que Mundo Maravilhoso

quinta-feira, 8 de julho de 2010


Louis Armstrong
WHAT A WONDERFUL WORLD

I see trees of green, red roses too 
Eu vejo árvores verdes,…. e também rosas vermelhas
I see them bloom for me and you 
Eu vejo-as florescer….. para mim e para você
And I think to myself what a wonderful world. 
E eu penso comigo mesmo….. que mundo maravilhoso.


I see skies of blue and clouds of white 
Eu vejo céus azuis….. e nuvens brancas
The bright blessed day, the dark sacred night 
O abençoado dia brilhante,.... e a sagrada noite escura
And I think to myself what a wonderful world. 
E eu penso comigo mesmo..… que mundo maravilhoso


The colors of the rainbow so pretty in the sky 
As cores do arco-íris….. tão bonitas no céu
Are also on the faces of people going by 
Estão também nos rostos….. das pessoas passando.
I see friends shaking hands saying how do you do 
Eu vejo amigos se cumprimentando… dizendo: "como vai você?"
They're really saying I love you. 
Eles estão realmente dizendo: "eu te amo".


I hear babies crying, I watch them grow 
Eu ouço bebês chorando,…. eu os vejo crescer
They'll learn much more than I'll never know 
Eles aprenderão muito mais,…. do que eu jamais saberei.
And I think to myself what a wonderful world 
E eu penso comigo mesmo,…. que um mundo maravilhoso
Yes I think to myself what a wonderful world. 
Sim..... eu penso comigo mesmo… que mundo maravilhoso.

INVOCAÇÃO À LUZ

"Eu vivo dentro da Luz
Eu amo dentro da Luz 
Eu rio dentro da Luz 
Eu Sou sustentado
 e alimentado pela Luz.
Eu sirvo à Luz alegremente
porque Eu Sou a Luz.
Eu Sou. Eu Sou. Eu Sou".

 Arcanjo Ariel, canalizado por Tachi-ren.

Equilíbrio

quarta-feira, 7 de julho de 2010

O "viajante cósmico" aprendeu que a Energia Universal usa a solidão, para ensinar a convivência. Usa a raiva, para mostrar o infinito valor da paz. Usa o tédio, para ressaltar a importância da aventura e do abandono.
Usa o silêncio, para ensinar sobre a responsabilidades das palavras. Usa o cansaço, para que se possa compreender o valor do despertar. Usa a doença para  ressaltar a benção da saúde.
A Energia da Criação usa o fogo para ensinar sobre a água. Usa a terra para que se compreenda o valor do ar. Usa a morte, para mostrar a importância da vida.
Adaptação do livro "'O Guerreiro' da Luz", de Paulo Coelho.

A verdade: um espelho limpo

A verdade só é acessível à consciência inocente — uma consciência tão inocente quanto uma criança, uma consciência que não sabe nada.
Quando você sabe, seu espelho fica cheio de poeira — o conhecimento acumula poeira como um espelho.
Quando não sabe nada, você se deslumbra e se maravilha com tudo, seu espelho está limpo. esse espelho limpo é a verdade.
Osho, em “Meditações Para a Noite”.