A ARTE de Viver

domingo, 8 de abril de 2012

"O homem nasce para atingir a vida, mas tudo depende dele. Ele pode perdê-la. Ele pode seguir respirando, ele pode seguir comendo, ele pode seguir envelhecendo, ele pode seguir se movendo em direção ao túmulo - mas isso não é vida. Isso é morte gradual, do berço ao túmulo, uma morte gradual com a duração de setenta anos. E porque milhões de pessoas ao redor de você estão morrendo essa morte lenta e gradual, você também começa a imitá-los.  As crianças aprendem tudo daqueles que estão em volta delas e nós estamos rodeados pelos mortos. Então temos que entender primeiro o que eu entendo por 'vida'. Ela não deve ser simplesmente envelhecer. Ela deve ser desenvolver-se. E isso são duas coisas diferentes. Envelhecer, qualquer animal é capaz. Desenvolver-se é prerrogativa dos seres humanos. Somente uns poucos reivindicam esse direito.
Desenvolver-se significa mover-se a cada momento mais profundamente no princípio da vida; significa afastar-se da morte - não ir na direção da morte. Quanto mais profundo você vai para dentro da vida, mais entende a imortalidade dentro de você. Você está se afastando da morte: chega a um momento em que você pode ver que a morte não é nada, apenas um trocar de roupas ou trocar de casas, trocar de formas - nada morre, nada pode morrer. A morte é a maior ilusão que existe.
Como desenvolver-se? Simplesmente observe uma árvore. Enquanto a árvore cresce, suas raízes crescem para baixo, tornam-se mais profundas. Existe um equilíbrio; quanto mais alto a árvore vai, mais fundo as raízes vão. Na vida, desenvolver-se significa crescer profundamente para dentro de si mesmo - que é onde suas raízes estão.
Para mim o primeiro princípio da vida é meditação. Tudo o mais vem em segundo lugar. E a infância é o melhor momento. À medida que você envelhece, significa que você está chegando mais perto da morte, e se torna mais e mais difícil entrar em meditação. Meditação significa entrar na sua imortalidade, entrar na sua eternidade, entrar na sua divindade. E a criança é a pessoa mais qualificada porque ela ainda está sem a carga da educação, sem a carga de todo o tipo de lixo. Ela é inocente.  Mas infelizmente a sua inocência está sendo considerada como ignorância. Ignorância e inocência tem uma similaridade, mas elas não são a mesma coisa. Ignorância também é um estado de não conhecimento, tanto quanto a inocência é. Mas também existe uma grande diferença que passou despercebida por toda a humanidade até agora. A inocência não é instruída - mas também não é desejosa de ser instruída. Ela é totalmente contente, preenchida...
O primeiro passo na arte de viver será criar uma linha de demarcação entre ignorância e inocência. Inocência tem que ser apoiada, protegida - porque a criança trouxe com ela o maior tesouro, o tesouro que os sábios encontram depois de esforços árduos. Os sábios têm dito que se tornaram crianças novamente, que eles renasceram...
Sempre que você perceber que perdeu a oportunidade da vida, o primeiro princípio a ser trazido de volta é a inocência. Abandone o seu conhecimento, esqueça as suas escrituras, esqueça as suas religiões, suas teologias, suas filosofias. Nasça novamente, torne-se inocente - e a possibilidade está em suas mãos. Limpe a sua mente de todo conhecimento que não foi descoberto por você mesmo, de todo conhecimento que foi tomado emprestado dos outros, tudo o que veio pela tradição, convenção, tudo o que lhe foi dado pelos outros - pais, professores, universidades. Simplesmente desfaça-se disso. Novamente seja simples, mais uma vez seja uma criança. E esse milagre é possível pela meditação.
Meditação é apenas um método cirúrgico não convencional que corta tudo aquilo que não é seu e só preserva aquilo que é o seu autêntico ser. Ela queima tudo o mais e o deixa nu, sozinho embaixo do sol, no vento. É como se você fosse o primeiro homem que tivesse descido na Terra - que nada sabe e que tem que descobrir tudo, que tem que ser um buscador, que tem que ir em peregrinação.
O segundo princípio é a peregrinação. A vida deve ser uma busca - não um desejo, mas uma pesquisa: não uma ambição para tornar-se isso, para tornar-se aquilo, um presidente de um país, ou um primeiro-ministro, mas uma pesquisa para encontrar 'Quem sou eu?'. É muito estranho que as pessoas que não sabem quem elas são, estão tentando se tornar alguém. Elas nem mesmo sabem quem elas são neste momento! Elas não conhecem os seus seres - mas elas têm um objetivo de vir a ser. Vir a ser é a doença da alma. O ser é você e descobrir o seu ser é o começo da vida. Então cada momento é uma nova descoberta, cada momento traz uma alegria. Um novo mistério abre as suas portas, um novo amor começa a crescer em você, uma nova compaixão que você nunca sentiu antes, uma nova sensibilidade a respeito da beleza, a respeito da bondade.
Você se torna tão sensível que até a menor folha de grama passa a ter uma importância imensa para você. Sua sensibilidade torna claro para você que essa pequena folha de grama é tão importante para a existência quanto a maior estrela; sem esse folha de grama, a existência seria menos do que é. E essa pequena folha de grama é única, ela é insubstituível, ela tem a sua própria individualidade.
E essa sensibilidade criará novas amizades para você - amizades com árvores, com pássaros, com animais, com montanhas, com rios, com oceanos, com as estrelas. A vida se torna mais rica enquanto o amor cresce, enquanto a amizade cresce...
Quando você se torna mais sensível, a vida se torna maior. Ela não é um pequeno poço, ela se torna oceânica. Ela não está confinada a você, sua esposa e seus filhos - ela não é confinada de jeito algum. Toda essa existência se torna a sua família e a não ser que toda essa existência seja a sua família, você não conheceu o que é a vida. - porque homem algum é uma ilha, nós estamos todos conectados. Nós somos um vasto continente, unidos de mil maneiras. E se o nosso coração não está cheio de amor pelo todo, na mesma proporção a nossa vida é diminuída.
A meditação lhe traz sensibilidade, uma grande sensação de pertencer ao mundo. Este é o nosso mundo - as estrelas são nossas e nós não somos estrangeiros aqui. Nós pertencemos intrinsecamente à existência. Nós somos parte dela, nós somos o coração dela.
Em segundo lugar, a meditação irá lhe trazer um grande silêncio - porque todo o lixo do conhecimento foi embora, pensamentos que são partes do conhecimento foram embora também... Um imenso silêncio e você é surpreendido - esse silêncio é a única música que existe. Toda música é um esforço para manifestar esse silêncio de algum modo.
Os videntes do antigo oriente foram muito enfáticos a respeito da questão de que todas as grandes artes - música, poesia, dança, pintura, escultura - são todas nascidas da meditação. Elas são um esforço para, de algum modo, trazer o incompreensível para o mundo do conhecimento, para aqueles que não estão prontos para a peregrinação - presentes para aqueles que ainda não estão prontos para partirem na peregrinação. Talvez uma canção possa despertar um desejo de ir em busca da fonte, talvez uma estátua.
Na próxima vez que em você entrar em um templo de Gautama Buda ou de Mahavira, sente-se silenciosamente e olhe a estátua... porque a estátua foi feita de tal forma, em tal proporção que se você olhá-la, você cairá em silêncio. É uma estátua de meditação; não é a respeito de Gautama Buda ou de Mahavira...
Naquele estado oceânico, o corpo toma uma certa postura. Você próprio já observou isso, mas não estava alerta. Quando você está com raiva, você observou? seu corpo tomou uma certa postura. Na raiva você não pode manter as suas mãos abertas: na raiva, a mão se fecha. Na raiva você não pode sorrir - ou você pode? Com uma certa emoção, o corpo tem que seguir uma certa postura. Pequenas coisas estão profundamente relacionadas no interior...
Uma certa ciência secreta foi usada por séculos, de modo que as gerações futuras pudessem entrar em contato com as experiências das gerações mais velhas - não através de livros, não através de palavras, mas através de algo que vai mais profundo - através do silêncio, através da meditação, através da paz. À medida que seu silêncio cresce, sua amizade cresce, seu amor cresce; sua vida se torna uma dança, momento a momento, uma alegria, uma celebração.
Você já pensou sobre o porquê, em todo o mundo, em toda cultura, em toda sociedade, existem uns poucos dias no ano para a celebração? Esses poucos dias para a celebração são apenas uma compensação - porque essas sociedades tiraram toda a celebração de sua vida e se nada é dado para você em compensação, sua vida pode tornar-se um perigo para a cultura. Toda cultura criou alguma compensação e assim você não se sentirá completamente perdido na miséria, na tristeza... Mas essas compensações são falsas. Mas no seu mundo interior pode existir uma continuidade de luz, canções, alegria.
Sempre lembre-se que a sociedade o compensa quando ela sente que a repressão pode explodir em uma situação perigosa se não for compensada. A sociedade encontra algum jeito de lhe permitir soltar a repressão. Mas isso não é a verdadeira celebração, e não pode ser verdadeira. A verdadeira celebração deveria vir de sua vida, na sua vida.
E a celebração não pode estar de acordo com o calendário, que no primeiro dia de novembro você irá celebrar. Estranho, o ano todo você é miserável e no primeiro dia de novembro, de repente, você sai da miséria, dançando. Ou a miséria era falsa ou o primeiro de novembro é falso.; ambos não podem ser verdadeiros. E uma vez que o primeiro de novembro se vai, você está de volta em seu buraco negro, todo mundo em sua miséria, todo mundo em sua ansiedade.
A vida deveria ser uma celebração contínua, um festival de luzes por todo o ano. Somente então você pode se desenvolver, você pode florir. Transforme pequenas coisas em celebração... Tudo o que você faz deveria expressar a si próprio; deveria ter a sua assinatura. Então a vida se torna uma celebração contínua.
Inclusive se você adoece e você está deitado na cama, você fará daqueles momentos de repouso, momentos de beleza e alegria, momentos de relaxamento e descanso, momentos de meditação, momentos para ouvir música ou poesia. Não há necessidade de ficar triste porque você está doente. Você deveria estar feliz porque todo mundo está no escritório e você está na cama como um rei, relaxando - alguém está preparando chá para você, o samovar está cantando uma canção, um amigo se oferece para vir e tocar flauta para você. Essas coisas são mais importantes do que qualquer remédio. Quando você está doente, chame um médico. Mas, mais importante, chame aqueles que o amam porque não existe remédio mais importante que o amor. Chame aqueles que podem criar beleza, música, poesia à sua volta, porque não existe nada que cure como uma atmosfera de celebração.
O medicamento é o mais baixo tipo de tratamento. Mas parece que nós esquecemos tudo, assim nós temos que depender dos medicamentos e ficar rabugentos e tristes - como se você estivesse perdendo uma grande alegria que havia quando você estava no escritório! No escritório você era miserável - simplesmente um dia de folga, mas você também se agarra à miséria, você não a deixa ir.
Faça todas as coisas criativas, faça o melhor a partir do pior - isso é o que eu chamo de arte. E se um homem viveu toda a vida fazendo a todo momento uma beleza, um amor, um desfrute, naturalmente a sua morte será o supremo pico no empenho de toda a sua vida.
Os últimos toques... sua morte não será feia como ordinariamente acontece todo dia com todo mundo. Se a morte é feia, isso significa que toda a sua vida foi um desperdício. A morte deveria ser uma aceitação pacífica, uma entrada amorosa no desconhecido, um alegre despedir-se dos velhos amigos, do velho mundo...
Comece com a meditação e muitas coisas crescerão em você - silêncio, serenidade, êxtase, sensibilidade. E o que quer que venha com a meditação, tente trazer para a sua vida. Compartilhe isso, porque tudo o que é compartilhado cresce mais rápido. E quando você atingir o momento da morte, você saberá que não existe morte. Você pode dizer adeus, não existe nenhuma necessidade de lágrima de tristeza - talvez lágrimas de felicidade, mas não de tristeza."
OSHO, “O Livro da Cura”.

Dê A SUA música

sábado, 7 de abril de 2012

Você nasceu para expressar os seus dons. Há música em você, apenas esperando expressão. Qual é esta música e por que ela é tão importante agora?
A música é a expressão energética extraordinária de sua alma. Ela se manifesta como dons. Somente você pode expressar estes dons. Somente você pode dá-los ao mundo. Quando você se conecta com os seus dons e os expressa, algo surpreendente acontece.
A luz dentro de você se expande, trazendo uma vibração edificante em seu campo energético. Quando isto acontece, a sua frequência aumenta e a sua luz se irradia para o mundo. Esta luz se incorpora em suas interações com os outros. Ela proporciona uma radiante centelha para as suas atividades.
O som de sua música é silencioso, a partir da visão de um mundo convencional. Entretanto, este som é vasto e ilimitado – ouvido em todo o cosmos como a sua divina centelha criativa. De fato, ela tem tons, a partir de uma perspectiva espiritual, mas o som não pode ser detectado com os ouvidos humanos.
Você pode expressar a sua música em qualquer lugar. Não se trata do seu trabalho, ou de algum sinal mundano. É uma expressão de sua alma – como uma impressão digital, única a você.
O mundo precisa de sua música, especialmente agora. A Terra chegou a um ponto crucial, com a humanidade precisando escolher uma maneira radicalmente diferente de vida, a fim de sobreviver.
Afinal, você é um Criador de Mudanças Divino, vivo agora para ajudar a criar um mundo mais amoroso. Você está codificado a um nível do DNA para participar ativa e conscientemente da revolução mais surpreendente da consciência já vista.
A chave é recordar – quando faz isto, você se conecta com os seus dons e deseja naturalmente compartilhá-los no mundo. Isto não é complicado, mas deve fazer isto para cumprir o seu propósito de estar vivo durante estes momentos auspiciosos.
Canalizado por Selácia em, 
20 de março de 2012.
www.®selacia.com

Primeiro termine seu trabalho sobre si mesma

Pergunta a Osho:
Estou pensando em ter um filho. É uma boa ideia?
Se você puder evitar isso será muito bom. Quando pessoas me perguntam, elas criam problemas para mim. Se disser não, então parece que estou ferindo a maternidade delas. Se disser sim, então certamente vai haver problemas e responsabilidades e você pode ficar numa confusão.
A melhor coisa é ficar sozinha um pouco mais. Primeiro termine seu trabalho sobre si mesma. Quando você chegar num certo estado onde você souber que agora nada pode lhe perturbar, assim está perfeitamente bem ter filhos. Desse modo você também será capaz de ajudá-los: você realmente servirá de mãe para eles.
Agora você mesma precisa de uma mãe e você estará simplesmente passando para eles todas as doenças que está carregando. Um psicanalista chamou a doença que os pais passam para os filhos de “NDD” – neurose, doença, depressão.
Isso é o que as pessoas vão dar. Você não tem mais coisa alguma para dar! Espere, você pode esperar que será muito melhor. A neurose e toda a confusão da sua mente, esse é o problema. Você estará criando o filho e você irá derramar tudo que você tem na criança. Primeiro, torne-se um pouco mais feliz.
Osho, "The Open Secret".

"Pecados"...

sexta-feira, 6 de abril de 2012

E esse é o “teu” Deus?
Tudo está acontecendo “do jeito que VOCÊ” “sonha”!!!
Está tudo é NA SUA cabeça de m*%#a!!!
Não tem NINGUÉM te vigiando!!!
ACORDA!
Assuma a responsabilidade pela sua vida!
Assuma a responsabilidade pelas suas criações!
Assuma a responsabilidade por SER você mesmo!
ACORDA!
ACORDA!
ACORDA!
LUZ & Sorrisos! :)

A beleza de estar só


Tenho aprendido a estar só. 
Vou até o jardim. 
A manhã está deslumbrante. 
E, neste instante não preciso de mais ninguém...
Mas, por vezes, é tão difícil esta solidão. 
É que ainda necessito compartilhar com alguém 
o que sinto ser belo. 
A beleza em seus múltiplos formatos me fascina.  

http://totalmentecomum.blogspot.com.br/
2010/07/beleza-de-estar-so.htm

TODO DIA é dia de amor!

Ninguém precisa de uma semana santa, para começar a fazer o bem...Tudo isso é um grande teatro, criado pelas igrejas, para te afastar ainda mais de tua potencialidade Divina... Não há separação, nem dia específico para o amor, todos os dias são Divinos e igualmente importantes...
Homens e mulheres, nesta sexta-feira, param e contemplam uma coroa de espinhos, choram e pedem "perdão”... Dias depois, voltam às suas atividades mesquinhas e sem pudor... Muitas vezes observava as "santas" mulheres seguindo a procissão, com uma vela na mão, cantando em romaria... Mas mal acaba, tudo volta ao normal, a língua ferina e sem misericórdia volta a atacar! Tudo volta como era antes...
Então para que serve mesmo a Páscoa e as festas religiosas, além do comércio ganhar muito dinheiro???
Para mim, só para te "separar" ainda mais de Deus...
Tudo teatro, encenações...
O coração continua adormecido, e o despertar está bem longe do ser... Preso nas trevas do orgulho, do ego, da inveja e do desamor...
Jesus veio para nos ensinar a amar, todos os dias de nossas vidas, não só em algumas horas "santas"...
Muitos falam de Jesus, todos pronunciam o seu nome, mas poucos compreendem, verdadeiramente, a sua mensagem!
Vamos! Acordem queridos irmãos! Chegou a hora de vivenciar o amor, começando por você!
Façam “a Ressurreição” de Jesus em seu corações, vivam esse amor todos os dias, escolham o amor em seus pensamentos, palavras e ações... Sirva o seu próximo, não com chocolate em forma de ovo... Mas dê paz, luz, compaixão, respeito e amor!
É bem mais útil e barato!
PAZ, LUZ e AMOR PARA TODOS NÓS!


Ana, 
em 05 de abril de 2012
http://semeadoradeluz.blogspot.com.br/
2012/04/todo-dia-e-dia-de-amor.html

Além da ilusão

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Esta é a única distinção entre o sonho e o real: a realidade permite-lhe duvidar e o sonho não lhe permite duvidar...
Para mim, a capacidade de duvidar é uma das maiores bênçãos da humanidade. As religiões comportam-se como inimigas, porque podam as próprias raízes da dúvida; e existe uma razão para que elas ajam assim: elas querem que as pessoas acreditem em determinadas ilusões que elas vivem pregando...
Por que motivo pessoas como o Buda Gautama têm insistido tanto em que a existência inteira - com exceção do seu eu que a tudo testemunha, com exceção da sua consciência - é efêmera, feita do mesmo material de que são feitos os sonhos? Elas não estão afirmando que aquelas árvores não se encontram ali. Não estão dizendo que aqueles pilares não estão lá. Não entenda mal por causa da palavra 'ilusão' (maya)...
A palavra foi traduzida como "ilusão", mas 'ilusão' não é a palavra certa. Ilusão é algo que não existe. A realidade existe. "Maya" fica exatamente entre as duas - algo que quase-existe. No que diz respeito a atividades do dia-a-dia, maya pode ser tomado como realidade. Apenas no seu sentido máximo - a partir do ápice da sua iluminação -, as coisas se revelam irreais, ilusórias.
Osho The Great Zen Master Ta Hui Chapter 12
Comentário:
A borboleta, nesta carta, representa o exterior, aquilo que está constantemente se transformando, aquilo que não é real, mas uma ilusão. Por detrás da borboleta está a face da consciência, olhando para dentro, para aquilo que é eterno. O espaço entre os dois olhos abriu-se, revelando o lótus do desenvolvimento espiritual e o sol da consciência que se levanta. Através da ascensão do sol interior, nasce a meditação.
A carta nos lembra de não olhar para fora à procura do que é real, mas olhar antes para dentro de nós mesmos. Quando nos concentramos no mundo exterior, com frequência nos assaltam os julgamentos - isto é bom, isto é ruim, isto eu quero, aquilo eu não quero. Tais julgamentos nos mantêm prisioneiros das nossas ilusões, da nossa sonolência, dos nossos velhos hábitos e padrões.
Abandone sua mente opiniosa e mova-se para dentro. Lá você poderá relaxar no seio da sua própria verdade mais profunda, onde a diferença entre sonhos e realidade já é conhecida.
de OSHO, O Tarô Zen.

Nosso lado "sombrio" :)

"Nossa indignação com relação ao comportamento dos outros diz respeito, em geral, a um aspecto não-resolvido de nós mesmos.
Projetamos nossas deficiências nos outros. Dizemos aos outros o que deveríamos estar dizendo a nós mesmos. Quando julgamos os outros, estamos julgando a nós mesmos. 
Se você se atacar o tempo todo com pensamentos negativos, também atacará as pessoas à sua volta – verbal, emocional ou fisicamente – ou acabará destruindo alguma área de sua própria vida. 
O que você faz e o que você diz não são acidentais. Não há acidentes na vida que VOCÊ criou. 
No mundo holográfico, tudo é você, e você está sempre falando consigo mesmo. Quando você for xingar alguém por ter feito alguma coisa errada, pare e pense se você chamaria a si mesmo com esse nome. Se estiver sendo honesto, a resposta, invariavelmente, será sim. 
O mundo é um espelho gigante que sempre reflete as nossas costas. Cada traço está ali por alguma razão, e todos eles são perfeitos à sua maneira.
Há um velho ditado que diz: “Basta conhecer um para conhecer todos”. Vemos nos outros tudo aquilo que gostamos e não gostamos em nós mesmos. Se incorporarmos essas partes, seremos capazes de ver os outros como eles são, não como os vemos através do nevoeiro da nossa projeção. Outro provérbio se refere aos três maiores mistérios do mundo, que são o ar para os pássaros, a água para os peixes e o homem para ele mesmo. Somos capazes de ver tudo diante de nós no mundo exterior. Tudo o que temos de fazer é abrir os olhos e olhar ao nosso redor. Como não podemos ver a nós mesmos, precisamos de um espelho para nos enxergar. Você é meu espelho e eu sou o seu."
Debbie Ford, “O Lado Sombrio dos Buscadores da Luz”.

Aprenda como SE PERDOAR

"É possível que duas pessoas num relacionamento sejam más uma para com a outra?" Sim, isso é o que está acontecendo por todo o mundo. Ser bom é muito difícil. Você não é bom nem para si mesmo!
Como você pode ser bom para outra pessoa? Você nem mesmo ama a si próprio! Como você pode amar outra pessoa? Ame a si mesmo, seja bom para si mesmo.
Os seus assim chamados santos têm lhe ensinado a nunca amar a si mesmo, a nunca ser bom para si mesmo. Seja duro consigo mesmo! Eles têm lhe ensinado a ser delicado para com os outros e duro para consigo mesmo. Isso é um absurdo.
Eu lhe ensino que a primeira e mais importante coisa é ser amoroso para consigo mesmo. Não seja duro; seja delicado. Cuide de si mesmo. Aprenda como se perdoar, cada vez mais e novamente; sete vezes, setenta e sete vezes, setecentos e setenta e sete vezes. Aprenda como perdoar a si próprio. Não seja duro; não seja hostil consigo mesmo. Assim você irá florescer.
Nesse florescimento você atrairá alguma outra flor. Isso é natural. Pedras atraem pedras; flores atraem flores. Assim há um relacionamento que possui graça, que possui beleza, que possui uma bênção nele.
Se você puder achar um relacionamento assim, seu relacionamento crescerá para uma oração; seu amor se tornará um êxtase e através do amor você conhecerá o que é o divino.
OSHO, "Ecstasy: The Forgotten Language".

Só A CONSCIÊNCIA permanece

quarta-feira, 4 de abril de 2012

A meditação é uma aventura, uma aventura rumo ao desconhecido — a maior aventura que a mente humana pode ter. E por aventura eu quero dizer que você não pode ser instruído sobre ela.
Em primeiro lugar, é impossível saber algo sobre ela antecipadamente. A menos que a pessoa a conheça, não pode saber nada. Tudo o que se tem dito, em última análise, não significa nada: a verdade permanece indizível. Muito se tem dito — muito se tem dito sobre nada. Nem uma única palavra foi expressa.
A menos que você conheça a meditação, não pode conhecê-la. Mas alguma coisa pode ser indicada. Esse nunca será o ponto; não pode ser. A natureza das coisas é tal que isso é impossível. Você não pode dizer que isto é meditação.
Tudo o que se pode dizer é que isto não é meditação, que aquilo não é meditação. O que resta é — mas o que resta é deixado sem indicação.
Existem muitas razões para isso. A meditação é algo maior do que a mente. Não é algo que acontece na mente; é algo que acontece para a mente. Caso contrário, a mente seria capaz de defini-la, de conhecê-la, de compreendê-la.
Assim, não é algo que acontece na mente, mas para a mente. É como a morte acontecendo para a vida. A morte nunca acontece na vida; acontece para a vida.
A meditação é uma morte para a mente, assim como a morte é para o corpo, para a vida. A meditação é uma morte mais profunda — não física, mas psíquica. E quanto mais profunda a morte, maior é a possibilidade de renascimento.
Quando a morte física acontece, você renasce fisicamente. No que diz respeito a sua interioridade, nada acontece, absolutamente nada. Você permanece igual — a mesma continuidade está presente; nada é diferente.
Entretanto, quanto mais profunda a morte, mais profunda a ressurreição. Se você morrer psicologicamente, se a mente morrer, então você também renascerá, mas esse renascimento não é igual ao renascimento físico.
Quando o corpo morre, ele é substituído; um novo corpo o substitui. Mas quando a morte mental, a morte psíquica acontece, a mente não é substituída. A consciência permanece sem a mente.
Osho, "Eu Sou a Porta".

Energia do AMOR - o remédio para a alma

Amados, EU SOU Metatron.
Minha energia expande para todo o Universo enviando o meu amor divino para todos vocês.
Sintam neste instante minha energia de amor entrando em seus corações. Ela irá percorrer todo seu ser, ativando a energia do amor, que devem ter por si, por todos e por tudo.
De forma magnífica o grande Criador do Universo criou um mundo de perfeição e entregou a cada ser.
Em seus corações existe a perfeição divina e devem ativá-la através da energia do amor. Sua matriz divina é perfeita e é essa que deverá ativar se deseja ser feliz.
Amados como desejamos que vocês entendam isso.
“Devem” buscar sua perfeição divina que não tem conflitos, medos e nem doenças. “Devem” deletar de seus arquivos essa energia de desequilíbrio através da conexão com as energias mais elevadas.
O remédio que procuram encontra-se dentro de vocês.
Por muito tempo cultivaram crenças negativas que impregnaram vocês, trazendo desequilíbrio em todo seu ser. Continuar cultivando essas energias não trará nenhum benefício.
Vocês “devem” permitir que seu DNA transforme-se em DNA Divino e traga a energia do equilíbrio em você.
E como fazer isso deve estar perguntando? 
Procurem, inicialmente, verbalizar seu desejo e autorização para receber essa energia, que ajudará a transformar toda sua energia interna. “Deve” acreditar naqueles que desejam ajudá-los.
A energia do amor está preenchida com a energia da fé, confiança, abundância e expansão. Ela dissolve as energias cristalizadas transformando todo seu ser em luz e amor.
Não resistam mais meus queridos, se desejam ajuda, abram-se para receber e então serão acolhidos pelo Amor Divino.
Libertem-se de toda energia que não desejam mais em seu coração e deixe que apenas a luz os conduza.
Permita que a Energia Divina do Criador atue em você e por você.
Essa é a verdade que compartilho.
EU SOU Metatron, o Senhor da Luz.
Canalizado por Sandra M. Luz em, 
02 de abril de 2012.

Exploração

terça-feira, 3 de abril de 2012

A vida é exploração, a vida é aventura. Cada indivíduo precisa explorar a vida da forma como preferir.
Não há regras para o sucesso: essa é a única regra que existe. 
Não há uma via expressa com placas indicando quão longe você está de seu objetivo. Na exploração da espiritualidade, você tem que caminhar com seus próprios passos: não há um caminho que já esteja pronto para você trilhar.
E minha sensação é de que essa exploração é plena de êxtase e de alegria.
Você não é como um trem, preso a um trilho. Se estivesse preso a trilhos, você não poderia entrar nas florestas, subir montanhas, ir para onde quiser.
O trem é prisioneiro de seus trilhos. Mas um rio não é um prisioneiro e também vai longe. Pode ter percorrido milhares de quilômetros, saindo do Himalaia, até finalmente chegar ao oceano.
O rio não tem mapas, instruções ou guias, e tampouco tem alguém no caminho a quem perguntar:  "Para onde devo ir agora?" Cada etapa é uma bifurcação.
Ainda assim, estranhamente, todos os rios chegam ao oceano com grande liberdade, encontrando seus próprios caminhos.
Osho, "Osho de A a Z: Um Dicionário Espiritual
 do Aqui e Agora".

Os "loucos"

Felizes são os loucos...

Que vivem “pouco”, mas vivem como querem.
Vivem a vida intensamente... Como se fosse uma grande aventura, uma grande brincadeira. Vivem como se fosse o último dia...
E você?  Quer SER feliz ? 
Seja “louco” também!   :)
Curta muito e não pense em nada para se divertir! 
Apenas sinta! Apenas seja! Apenas viva!
SER feliz! 
Isso é o que importa!
E sim...
Felizes são esses... “loucos”!    :D 
Recebido por e-mail.

A Vida é AVENTURA!

O mistério nunca acaba, não pode acabar. Eis porque é chamado de mistério, nunca pode ser conhecido. Nunca irá se tornar um conhecimento. Por isso que é chamado de mistério; algo nele é eternamente ilusório.
E essa é toda a alegria da vida. O grande esplendor da vida é que ela lhe mantém eternamente engajado, buscando, explorando.
A vida é exploração, vida é aventura.
Osho, "Não-Pensamento do Dia".

Deixar acontecer

segunda-feira, 2 de abril de 2012



Osho, “O Livro dos Segredos”.

Um minuto

Um minuto para viver é pouco tempo. Um minuto para quem está prestes a morrer é uma eternidade. Quanto vale o seu tempo? Já que é tão precioso não há preço. Mas então por que desperdiça o seu tempo com o que não interessa?
Um minuto na vida faz diferença. Um minuto a mais, um minuto a menos... tanto faz.
Se perde o ônibus, perde também o seu tempo. Mas se pede para que o motorista do ônibus te espere, está jogando fora o tempo dos demais passageiros. Logo, roupa o tempo alheio.
O tempo marca o início da vida. Um minuto para o nascimento. Um minuto para dar boas vindas ao espetáculo da existência. Um minuto para se dizer vivo...
O tempo marca o fim da vida. Um minuto para morte. Um minuto para se despedir do espetáculo da existência. Não há tempo para se dizer morto...
É relativo. Um minuto parece um segundo se o que faz é do seu agrado. Um minuto parece uma hora se não te agrada o que fazer.
Os minutos, as horas, os dias, os meses, os anos... a gente vive em favor do tempo. Servimos o tempo, somos escravos dele.
O tempo cronológico não muda, mas segue um ritmo sincronizado. É dia quando o sol nasce e é noite quando o sol se põe. Já o tempo psicológico é o produto de diversos fatores. Mente, corpo, alma, missões, viveres, experiências, aventuras... Algo que pode ser moldado.
Enfim.
Um minuto para pensar. Um minuto para escrever. Um minuto para concluir que o tempo influi no que vou querer. Talvez o segredo da vida seja não se preocupar com o amanhã, mas viver o agora e deixar o depois se desenhar naturalmente. Deixar o tempo responder o que não há como descobrir sem viver. 
Rodrigo Santos.
http://etudoqueeusei.blogspot.com.br/
2010/12/um-minuto.html

Colorido e coisa e tal

domingo, 1 de abril de 2012

Se conseguir um dia extrair cores de onde só se enxerga cinza poderei clarear essa cidade monocromática. Melhor ainda se puder fazer isso com o que não enxergo. Colorir o que não é visto por fora, trazer sentido a isso que chamam de vida. E mostrar que a esperança não está onde tudo é verde ou que a paz é clara como uma luz branca. Desmistificar os paradigmas das cores. 
Se o verde for esperança, as florestas estão esgotando seu estoque. Se o branco simbolizasse a paz o brilho das explosões seriam pretos. O coração é vermelho, mas se for azul, funciona do mesmo jeito. O que difere é o modo como uso esse órgão metafórico. Se as lentes forem irreais, quero arrancá-las para enxergar o colorido real que há nos olhos de quem me vê. Se meu humor é pálido, que mergulhe em cores quentes e se aqueça também. Que sempre irradie luz, o sol que é amarelo, e que nunca mais seja cinza como foi naquele dia escuro. Que os palhaços pintem seus narizes de cor qualquer. Que mudem um pouco essa vermelhidão que mais me lembra fim de tarde em um dia apocalíptico.
E que caia do céu um pincel gigante agora mesmo. E baldes e mais baldes de tinta. Que os homens se unam para pintar o que está perdendo a cor. Mas que antes se pintem por inteiro. Dentro e fora de si mesmos. Pintem a alma que não se enxerga, mas se sente. Pintem Deus que se esconde nas nuvens brancas. Se tiver barba, como sugerem os quadros, sujem-na de tinta roxa para que ele desça e entre na brincadeira. E se ele se recusar a entrar na roda com o pretexto de que não pode deixar de vigiar suas crias, que assoprem todos juntos para que ele caia lá de cima sobre uma cama elástica. E façam cócegas nele. Mas e se Deus não for da forma como imagino? Bom, aí a gente inventa e pinta. O que eu quero é não ter que achar que estou sozinho nesse mundo.
Rodrigo Santos.

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2011/09/colorido-e-coisa-e-tal.html

O Último Discurso

Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar – se possível – judeus, o gentio... negros... brancos.
Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo – não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
A aviação e o rádio aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloquente à bondade do homem... um apelo à fraternidade universal... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: “Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá.
Soldados! Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas ideias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos!
Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro do homem – não de um só homem ou grupo de homens, mas dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder – o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... de faze-la uma aventura maravilhosa. Portanto – em nome da democracia – usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.
É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos!
Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontrares, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo – um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergue os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah! Ergue os olhos!
Charlie Chaplin, O último discurso de “O Grande Ditador”.